Capítulo 34
PUXAR ÁGUA DO POÇO COM UM BALDE FURADO
A Concubina Pei começou a chorar assim que chegou ao Salão Rongan. Ela não ousou chorar no caminho e, felizmente, conseguiu se conter durante toda a viagem.
É claro que ela sabia que a velha senhora não faria nada a respeito e diria a ela para apenas suportar, mas ela precisava contar à velha senhora sobre o ocorrido. Sua tia sempre teve grande apreço por Hong'er, então ela precisava lhe contar como seu adorável neto havia sido humilhado pela terceira senhorita. Seria melhor se elas pudessem se unir contra esse inimigo comum e pensar em um método para punir aquela jovem arrogante.
A velha senhora, naturalmente, não fez nada a respeito. Afinal, a culpa era de Yan Hong, não importava como se olhasse para a situação. Também não era irracional que Yan Yan o punisse.
Depois de consolar a Concubina Pei, a velha senhora a dispensou.
Claro, não era preciso mencionar que a Concubina Pei havia despertado o ódio da velha senhora por Yan Yan.
Ao retornar ao Pavilhão Ziyu, Yan Hong ainda estava fazendo escândalo. Ele chorava e uivava, jogando coisas para todos os lados, além de xingar e bater nas criadas.
Yan Qian se aproximou para consolá-lo, mas antes que pudesse terminar de falar, foi atingida no braço por um objeto arremessado.
Ao ver a Concubina Pei retornar, Yan Qian foi reclamar, com os olhos marejados.
“Mãe, controle o Yan Hong um pouco. Olhe para ele!”
“Chega, Qian’er. Seu irmãozinho não está feliz. Ele ainda é jovem, você deveria entender isso.”
Enquanto falava, a Concubina Pei se aproximou para acalmar Yan Hong. O reizinho só podia ser contido pela Concubina Pei naquele momento.
Os olhos de Yan Qian ficaram vermelhos de raiva. Ela lançou um olhar de ódio para Yan Hong, que estava sendo segurado e acalmado pela Concubina Pei, antes de sair correndo.
A Concubina Pei não deu atenção à filha, que havia saído furiosa. Finalmente, conseguiu acalmar o filho.
Os criados aproveitaram o momento de paz para limpar o quarto às pressas, que voltou ao seu estado arrumado anterior.
“Mãe, eu não vou copiar. Simplesmente não vou. Não vou copiar essas tais ‘Regras da Irmandade’. Com que direito ela pode me punir? Nem a vovó me pune!”
Yan Hong começou seus estudos aos cinco anos e já havia aprendido mais de mil palavras. Em teoria, copiar as Regras da Irmandade não seria uma tarefa difícil para ele. O que ele não podia aceitar era ser punido, ainda mais por alguém que odiava, Yan Yan. E o pior de tudo, ele estava sendo punido por causa de Yan Mo!
A Concubina Pei franziu a testa e disse severamente:
“Estas “Regras de Irmandade”, você deve escrever. Não pode faltar nem uma única cópia!”
“Por quê?” Depois de falar, ele começou a chorar novamente, esperneando e chutando. “Quero contar para a vovó…”
“Sua vovó também quer que você escreva! Portanto, você deve fazer isso!”
Sendo repreendido dessa forma, Yan Hong ficou um pouco paralisado.
A Concubina Pei olhou para sua expressão incrédula e não pôde deixar de confortá-lo:
“Seja obediente, Hong’er. Este assunto foi culpa sua desde o início. A punição da terceira senhorita é justa de todos os pontos de vista.”
“O que eu disse de errado? A vovó realmente não gosta de Yan Mo.”
“Mas essas palavras não podem ser ditas na frente de outras pessoas. Os avós da terceira senhorita são poderosos, e dependemos deles por enquanto. É claro que sua avó gosta mais de você do que de Yan Mo, mas não podemos deixar que estranhos saibam dessas coisas. Seja obediente. Vamos tolerá-los por enquanto, até que seu pai volte. Nesse momento, mamãe o ajudará a se vingar…”
A Concubina Pei falou com seriedade, e os olhos de Yan Hong brilharam cada vez mais. Ele começou a se sentir melhor em relação a copiar as escrituras.
Mamãe tinha razão. A vingança é um prato que se serve frio.
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Cinco dias depois, a Concubina Pei levou Yan Hong aos Aposentos de Ningxiang e respeitosamente entregou a Yan Yan cem cópias das “Regras da Irmandade”.
Yan Yan estava claramente presente, mas não os atendeu. Ela apenas pediu à Matrona Zou que recebesse as coisas no corredor, antes de mandá-los embora.
A Concubina Pei não demonstrou nenhuma humilhação. Mesmo Yan Hong, apesar de falar com um mero servo, disse respeitosamente que sabia que estava errado e que definitivamente não repetiria o erro.
Yan Yan estava sentada com Yan Mo no forno, no quarto oeste, olhando pela janela.
A Matrona Zou trouxe uma pilha de papéis dobrados, com uma expressão preocupada.
Yan Yan recebeu a pilha e a examinou. Realmente havia sido escrita por Yan Hong. Embora Yan Hong frequentasse as aulas, ele não prestava muita atenção e sua escrita não era das melhores. Essas cem cópias foram todas escritas por ele mesmo, e não por outra pessoa.
"Senhorita, esses dois não podem ser subestimados", disse a Matrona Zou.
Yan Yan entendeu o que ela queria dizer.
A Concubina Pei era muito boa em suportar as coisas. Yan Hong claramente tinha uma natureza autoritária e irracional, mas na verdade havia sido persuadido pela Concubina Pei a se comportar bem e engolir a humilhação para admitir suas falhas.
Não era ruim ser bom em suportar as coisas, mas se o inimigo era tão resistente a esse ponto, então precisavam ficar em guarda. Esse tipo de gente era o mais assustador quando contra-atacava.
Às vezes, olhando para essas pessoas, Yan Yan sentia que fazia sentido sua mãe ser tão ingênua _ já que todos ao seu redor eram bons em mentir e fingir, e também extremamente resistentes, quem poderia dizer o que era real e o que não era, com o passar do tempo?
Além disso, a Concubina Pei e até mesmo a velha senhora trataram sua mãe muito bem, inicialmente.
Por que mudaram aos poucos? Primeiro, porque as pessoas sempre se acomodam com o tempo e, segundo, porque ambas tiveram filhos – principalmente porque sua mãe deu à luz Yan Mo e a Concubina Pei deu à luz Yan Hong. Ambos eram meninos, então seus corações inevitavelmente acabariam mudando.
Esse era um nó que não podia ser desatado. A ganância sem fim e a cobiça por coisas que não lhe pertenciam eram um dos aspectos negativos da humanidade.
Mas não importa. Ela vai mostrar a eles o que significa puxar água do poço com um balde furado e ver suas esperanças irem por água abaixo!
Yan Yan ergueu os olhos e olhou para a Matrona Zou, dizendo:
“Matrona, Yan Yan ainda tem muito a aprender. Precisarei lhe pedir muitos conselhos no futuro.”
Ela nunca se esquivou de uma batalha. Contanto que algo precisasse ser enfrentado, ela o enfrentaria de forma adequada.
Devido ao seu status, ela tinha a vantagem natural e o poder absoluto. Embora a Concubina Pei não tivesse a vantagem do status, ela era cheia de astúcia e sagacidade, e possuía inúmeros métodos vergonhosos.
Como o outro lado tinha algo que ela não tinha, ela precisava compensar essa lacuna de conhecimento. Mesmo que não conseguisse atingir o mesmo nível, ela precisava ao menos ter alguma compreensão. Só assim ela poderia manter seus inimigos sob controle, criar oportunidades de vitória e montar defesas antecipadamente.
“Irmã, o que Ah Mo precisa fazer?”, Ah Mo puxou a manga de Yan Yan de lado.
“Você? Claro que é para melhorar sua saúde. Isso basta.”
Yan Mo assentiu em silêncio, mas fez beicinho. Ele sempre sentia que sua irmã mais velha ainda o tratava como uma criança.
A Matrona Zou sorriu e disse:
“Jovem mestre, a senhorita está certa. Primeiro, cuide da sua saúde. Depois que sua saúde melhorar, você deve estudar bastante. No futuro, a senhora e a senhorita dependerão do seu apoio.”
Neste mundo, depois que uma mulher se casa, o mais importante é ter um relacionamento amoroso e respeitoso com o marido. Enquanto isso não acontece, o mais importante é ter uma boa família materna e, depois de ter filhos, é comparar qual filho tem as melhores perspectivas.
Yan Yan assentiu e achou que fazia muito sentido. Um homem de caráter é indomável. Mentiras e enganos só resultam em falsos sucessos. Que pessoa verdadeiramente bem-sucedida depende apenas de esquemas ocultos para criar uma base sólida? Ela ainda precisa confiar em sua verdadeira capacidade.
Pensando nisso, as sobrancelhas de Yan Yan relaxaram e seu peito se abriu.
“Ah Mo, concentre-se em melhorar a sua saúde e, depois, nos seus estudos. Não se preocupe com esses diabinhos e demônios. Quando estivermos fortes o suficiente, eles só poderão recuar sem lutar.”
De fato, Yan Yan havia descoberto a verdade de uma maneira indireta.
Sem considerar mais nada, desenvolver o corpo, a mente e o caráter devem vir em primeiro lugar. Depois de se elevar, ainda haveria necessidade de se importar com esses conspiradores desprezíveis? Quando se atinge um certo nível, esses ratos nas trevas que não suportam a luz podem ser esmagados sob os pés.
Ser poderoso era muito importante. Foi por isso que Yan Yan percebeu desde cedo: como o pessoal da Mansão do Marquês de Weiyuan fazia o possível para bajular a Mansão do Duque Zhenguo. A expressão no rosto deles, depois de virarem as costas, era imperdoável.
Por que eles precisavam bajulá-los? Por que a velha senhora e a Concubina Pei tiveram que persuadir a mãe dela no passado? Por que tiveram que aturar uma garotinha como ela? Obviamente, era porque a propriedade do Duque Zhenguo era poderosa. Eles queriam o apoio deles. O que provavelmente estavam fazendo agora era fortalecer a própria família, usando o avô dela como trampolim. Yan Yan não se esqueceu de que seu pai provavelmente voltaria em breve.
Yan Mo assentiu solenemente com a cabecinha.
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A partir de então, Yan Mo se dedicou a treinar com Yan Yan todos os dias e a comer com regularidade para fortalecer o corpo.
Quanto a Yan Yan, ela se concentrou em uma melhoria simples: tornar suas artes marciais excepcionais.
Como ela mesma disse, não tinha nenhum talento para essas artes femininas – nem sabia costurar! Em termos de conhecimento, era apenas alfabetizada e entendia de etiqueta. Qualquer coisa relacionada às artes era um suplício para ela.
Ela não era uma pessoa inflexível e não se esforçaria se não tivesse interesse. Ela também entendia que o interesse era algo importante na aprendizagem. Ela não tinha muita paciência e não gostava dessas coisas, então não conseguia aprendê-las.
Como ela gostava de artes marciais, era melhor aprender direito.
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Apesar de ensinar pessoalmente algumas coisas a Yan Mo, Yan Yan não negligenciou suas próprias responsabilidades.
Depois de prestar suas homenagens todos os dias, ela ia para a aula.
Quanto às coisas femininas – como cítara, go, pintura e caligrafia, ela as descartou completamente. Além de ensinar Yan Mo, ela passava o resto do tempo aprendendo o essencial para as mulheres na residência dos fundos com a Matrona Zou, bem como aprendendo as artes marciais de Lady Hui.
Só depois de começar a aprender de verdade com Lady Hui é Yan Yan percebeu que tudo o que havia aprendido antes era apenas brincadeira.
No passado, ela treinava por uma hora e meia. Agora, o treinamento se tornou constante ao longo do dia. Contanto que estivesse livre, ela treinava diligentemente.
Ela começou a aprender uma arma adicional: os perfuradores Emei.
Só agora Yan Yan descobriu que a arma principal da Senhora Hui nunca havia sido o chicote. O chicote era a arma secundária dela. Suas armas primárias eram os perfuradores Emei.
Emeici - Perfuradores Emei ou Adagas Emei
Embora fossem chamadas de perfuradores Emei, os de Lady Hui eram um pouco diferentes.
Os perfuradores Emei comuns eram compostos por duas hastes de metal afiadas, uma para cada mão. Eram consideradas armas exóticas de curto alcance, versáteis e ágeis. Ficavam em algum lugar entre armas ocultas e armas comuns.
Os perfuradores Emei eram grossos no meio e finos nas extremidades. Suas pontas tinham formato de losango achatado e afiado. Havia um anel no meio e seu comprimento total era de cerca de vinte centímetros.
Os perfuradores Emei de Lady Hui eram modificados – apenas a parte central era cilíndrica, para facilitar o manuseio. Cada extremidade tinha o formato de uma lâmina extremamente fina, com bordas mortais e assustadoras.
Essas armas não tinham nome.
Lady Hui disse que as havia modificado quando era mais jovem. Lady Hui não permitia que Yan Yan as usasse como armas de treinamento e, em vez disso, a fazia praticar com perfuradores Emei comuns.
Quanto às artes leves (Qinggong), que tanto encantavam Yan Yan, Lady Hui disse que não havia motivo para pressa. Ela a instruiu a terminar primeiro o treinamento das artes internas que havia lhe ensinado.
Lady Hui havia lhe apresentado a técnica de artes internas dois anos atrás. Depois que Yan Yan se familiarizasse com ela, dedicaria algumas horas antes de dormir para meditar.
Agora que sabia que as artes leves eram sustentadas pela força interna, naturalmente se empenharia ainda mais.
Contudo, como Lady Hui havia dito, isso não podia ser apressado e precisava ser acumulado com o tempo.
Tomemos Lady Hui como exemplo. Ela praticava artes marciais há várias décadas e sua força interna era naturalmente profunda.
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Ao mesmo tempo, vários eventos ocorreram na fronteira.
O Grande Xi era vasto e próspero. Até então, apenas as tribos bárbaras do extremo norte podiam ser consideradas inimigas.
As tribos do norte eram nômades. Vivendo no norte, o clima era extremamente precário e não havia terras adequadas para a agricultura. Eles há muito cobiçavam as terras férteis do Grande Xi e invadiam suas fronteiras repetidamente.
Isso mudou vinte anos atrás, quando o Duque Zhenguo, Shen Mao Shan, estacionado na fronteira, os derrotou de uma só vez.
Os bárbaros se dispersaram como areia movediça e mal conseguiam se manter no poder. As invasões futuras se limitaram a pequenos tumultos que não causaram grandes repercussões.
O Passo de Pingsha era o primeiro posto de controle defensivo contra os bárbaros do norte. No passado, sempre fora fortemente guardado.
Naquele momento, Yan Ting estava furioso em uma das residências oficiais do Passo de Pingsha.
Yan Ting sempre fora calmo, sereno e bastante engenhoso. Tratava os outros com elegância, mas também não lhe faltava a firmeza e a determinação que um general deveria possuir. Não importava quão terríveis ou difíceis fossem as circunstâncias, ele sentia que podia lidar com tudo com um sorriso.
Mas, naquele momento, ele percebeu que havia superestimado seu autocontrole.
“Marquês, você definitivamente não pode fazer isso. Se outros souberem disso, podem pensar que você tem problemas com as ordens de transferência da corte!”
Yan Ting abaixou a placa de tinta que tinha na mão. O escritório estava uma bagunça completa. Ao lado, os três soldados altos e robustos da Propriedade do Marquês de Weiyuan eram todos assessores de confiança de Yan Ting.
“Aquele verme está indo longe demais!”
Ele não disse claramente a quem se referia como verme.
Wang Meng (forte e belo), Wang Qin (dominador) e Liu Ju (açougueiro) encolheram os pescoços ao lado. Eles entendiam a mágoa no coração de seu senhor, mas... estavam impotentes diante dessas circunstâncias!
“Talvez algo tenha acontecido na capital?”, Liu Ju analisou, franzindo a testa.
Caso contrário, isso realmente não fazia sentido. Por que o senhor seria transferido de repente?
Yan Ting queria procurar seu cunhado, mas infelizmente o General Xuanwei Shen Dong estava patrulhando a fronteira.
Afinal, o Passo de Pingsha não era composto apenas pela cidade de Pingsha, mas também era cercado por algumas outras cidades que formavam essa linha defensiva. Patrulhar a área levaria pelo menos de dez dias a meio mês, e o prazo da ordem de transferência era extremamente urgente.
Wang Qin murmurou baixinho:
“Não se esqueça que o sogro do senhor é o marechal da esquerda da Propriedade do Marechal dos Cinco Exércitos.”
Wang Meng lançou um olhar de desagrado para o irmão mais novo.
“Então não se esqueça que, embora a Propriedade do Marechal dos Cinco Exércitos comande todas as tropas, as ordens de transferência vêm do Ministério da Guerra!”
Wang Qin ainda queria falar, mas foi interrompido por Wang Meng. Ele engoliu a resposta com raiva.
“Vocês dois, retirem-se primeiro”, disse Yan Ting.
Wang Meng puxou Wang Qin para fora. Liu Ju os seguiu de perto.
“Irmãozão, por que não me deixa falar?”
“Chega, pare de causar confusão. Não vê que o senhor está irritado?”
“Então os bárbaros do norte…”
“Silêncio. Esqueça completamente essas palavras. Nunca mais mencione isso.”
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Yan Ting estava sentado no quarto, com o rosto assustadoramente sombrio.
As ordens de transferência eram urgentes e ele não conseguia contatar Shen Dong. Também não havia tempo suficiente para enviar uma carta à capital.
No momento, ele só podia cumprir as ordens e se mudar para a capital, antes de fazer qualquer outra coisa.
Ninguém sabia que o coração de Yan Ting estava sangrando. Se esse evento inesperado não tivesse acontecido, este inverno teria sido a maior oportunidade de sua vida… Era como se uma pessoa faminta finalmente conseguisse roubar um pãozinho, mas este lhe fosse arrancado antes que pudesse dar uma mordida.
Não era de admirar que o geralmente calmo Yan Ting tivesse perdido a paciência. A situação atual era caótica e Yan Ting não conseguia entender o que havia acontecido.
Não fazia sentido a Família Shen estar brincando com ele. Afinal, ele sempre fora o genro exemplar do Duque Zhenguo. Se o Duque Zhenguo não confiasse nele, não teria se esforçado tanto para colocá-lo sob a tutela do cunhado. Antes de Shen Dong partir, o duque o chamou e ordenou que permanecesse vigilante.
Talvez algo realmente tivesse acontecido na capital, mas que problema não poderia ser suprimido pelo Duque Zhenguo, a ponto de justificar sua transferência?
Além disso, Yan Ting sentia-se mal por ter gasto uma grande quantia de prata. Não havia mais como recuperá-la. Não só era uma perda enorme, como também não havia a quem recorrer para buscar compensação.
Mas esse assunto precisava ser mantido em absoluto segredo. Caso contrário, seria uma calamidade que exterminaria sua família.
Após cuidadosa reflexão, Yan Ting convocou seus ajudantes novamente e os advertiu detalhadamente.
Depois de resolver a situação, Yan Ting deixou o Passo de Pingsha, onde havia permanecido nos últimos três anos, repleto de dúvidas.
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Palavras do autor:
O pai canalha retorna à capital no próximo capítulo.
Cof cof, este autor manteve as coisas ambíguas, mas todos devem ser capazes de perceber qual plano de Yan Ting deu errado.
Vamos ferrá-lo um pouco primeiro. Na verdade, vamos ferrá-lo muito.


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